A morte é apenas uma travessia do mundo, como os amigos atravessam o mar e permanecem vivos uns nos outros. Porque sentem a necessidade de estar presentes, para amar e viver o que é onipresente. Neste espelho divino vêem-se face a face; e a sua conversa é livre e pura. É este o consolo dos amigos e embora se diga que morrem, sua amizade e convívio estão, no melhor dos sentidos, sempre presentes, porque são imortais.
(William Penn, More Fruits of Solitude)